...

Ilusão...
Ah doce ilusão
querer ser Deus
Em terras de ateus...
A sombra
No quarto
A meia luz
Incomoda,
Entorta...
Roupas espalhadas
Fumaça sugada
Janela aberta
O vento
Sorrateiro
Entra
Sente o cheiro
De insanidade
E sai...
Uma guitarra
Dispara rajadas
Agressivas
De notas musicais...
A toalha
Branca, encardida
E suja
Contrasta com o
Terno preto, preto
Pateticamente
Alinhado,
Engomado,
Sem manchas,
Sem rugas...
Jogada ao chão
Uma peça íntima
Vermelha,
Tenta sem emoção
Demonstrar
Que um dia
Ali, houve
Paixão...
Ah, eremita paixão...
Que se escondeu
Nas grutas recônditas
Buraco escuro
Que um dia
Foi um coração...

Poesia do meu Amigo e conterrâneo
Rodrigo S.S. Magalhães
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9111628313902849955
Seu blog é: http://ateliesolfen.blogspot.com/

Comentários

  1. Meu camarada, gostei do poema do teu amigo! Muito bom: a imagem da calcinha vermelha como últimalembrança de algo que já foi é bastante simbólica! Abraços para ti, você vais fazer falta na viagem ao Rio!

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  2. Brother, precisamos dessa ilusão. Vou sacar o blog do seu conterrâneo depois. Parabéns pra ele e pra vc.
    Abração.

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