Proibido poemar

Pare,
Não corra...
Proibido ultrapassar,
Sinal fechado
Vire a esquerda;
Devagar
Transito pesado...

Transitar pelas encostas,
Sob o sol de meio dia...

Desviar de versos interrompidos
De formas abstratas
De fazer poesia...

Olha o guarda!
Radar eletrônico...
Curva acentuada!
À esquerda
Ou à direita?
Labirintos,
Formigas em fila
Ninguém ultrapassa...
Colheita de sonhos
Ninguém ultrapassa!

Proibido o tráfego de poetas
Amadores ou profissionais,
Deixem os documentos,
A folha em branco
E os pensamentos!

Comentários

  1. Flávio, legal o poema, sempre é bom e viável manter os poetas na alfândega, confiscar seus papéis e pensamentos, senão eles pensam e escrevem muita merda - como diria Erra W: é a psicografia do vendedor, frustado, de algodão doce! Rs*! Pois é, cara, eu e o Akira fomos na tua casa, para a festinha da vovó, mas vc ainda não tinha chegado: eu estava na cantina tomando um refresco, a gente se desencontrou! Mas tá valendo! Até a próxima~e boas provas para ti!

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  2. Muito bom o seu poema...Um beijo, Flávio e um ótimo fim de semana pra vc.

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  3. Bom poema meu amigo. Salve a POESIARTE! Rodrigo Poeta.

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Flávio O. Ferreira

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