Imagem de Z. Zepda: "Las que esperan"

"Não me peça infidelidade que a mentira é pouca. Quero sair por aí, engolindo borboletas em corpos de donzelas, rompendo o selo casto das virgens que me espreitam pelo caminho obscuro do bosque das bruxas. Wicca pendida sobre meu corpo nu, propondo-me a mais perfeita luxúria..." (Flávio Otávio Ferreira)

Comentários

  1. Poxa Flávio, esse texto é muito bom: sensual, forte! Tava querendo comentar mais vezes aqui, mas a lan house anda com um problema terrível! O cássio tá aqui agora do meu lado e estamos comentando exatamente esse probleminha da impossibilidade de se comentar que se instaurou nesses pcs daqui - mas tá valendo, o blog novo tá caminhando muito bem! Parabéns! O poema noturno aí mem baixo é um dos meus preferidos no teu livro, camarada! Abraços!

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  2. Sair sempre sem destino,
    escancarando a loucura da sensatez,
    provocando o inevitável..

    abraço

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  3. Flávio,
    Bela magia aí no seu texto e imagem legal essa das garotas, dá outra magia e instiga a terceira magia(risos)
    Muito bão.

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